Ser ou não ser professor
A educação representa um dos pontos vitais para o desenvolvimento de qualquer país. E sem professor não há educação. Mas no Brasil a profissão tem percalços como baixos salários, condições de trabalho precárias e até violência na sala de aula. 
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Colégio carioca usa games para ensinar geografia e estudos sociais

Nos meus tempos de escola, eu me divertia muito com as aulas de educação física. As outras aulas, sendo bem honesto, eram um pouco chatas. Mas hoje as coisas parecem que estão mudando para os alunos. No lugar de decorar os nomes dos países em um mapa estático e sem graça, os estudantes estão aprendendo isso com os videogames.
É assim que os alunos do Colégio Federal Pedro II, um dos mais tradicionais do Rio de Janeiro, estão descobrindo e aprendendo coisas como a evolução da paisagem de Jerusalém através dos séculos com "Assassin's Creed", as diferenças socioeconômicas de uma cidade com "Grand Theft Auto V" e os cenários geográficos com os estágios de "Street Fighter II".

Professor no Brasil gasta 48 minutos por dia com bagunça na sala de aula

Uma pesquisa da OCDE feita com professores de 33 países ao longo de 2013 coloca o Brasil no topo de um novo ranking: o de quantidade de “alunos-problema”. Seis em cada dez professores brasileiros ouvidos no estudo internacional disseram que pelo menos 10% dos alunos são agressivos com colegas e com professores, chegam atrasados e cometem até delitos como roubo em plena sala de aula. É o maior índice de “alunos-problema” entre os países pesquisados.
Com tantas questões de comportamento entre os alunos, um professor no Brasil gasta, em média, 20% do tempo de aula para colocar ordem na sala (a média internacional é de 13%). É muito tempo. Quer ver? Imagine uma escola que tenha a carga horária mínima estabelecida pela LDB (Lei de Diretrizes e Bases, de 1996), que é de quatro horas diárias — ou 800 horas distribuídas em 200 dias letivos. Se os professores dessa escola gastarem 20% dessas quatro horas diárias colocando ordem na sala de aula, serão 48 minutos perdidos por dia. Restam apenas 3 horas e 12 minutos para o conteúdo.

MEC cria Idioma Sem Fronteiras para alunos e professores


O Ministério da Educação (MEC) instituiu o programa Idioma Sem Fronteiras para ajudar na capacitação e proficiência em línguas estrangeiras. Vinculado ao Ciência Sem Fronteiras, o programa é voltado para alunos e professores que precisam melhorar a proficiência. A portaria foi publicada nesta segunda-feira no Diário Oficial da União.



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Ele dá aulas de 3 minutos em filas: conheça o professor da Escola de Rua


Um jovem para em frente à fila de um restaurante popular, tira uma lousa da mochila e começa a se apresentar. Os presentes se olham, acham estranha a intervenção repentina, mas logo ficam atentos.
Reprodução/Facebook

Formação do professor leitor é o primeiro desafio de políticas de incentivo à leitura nas escolas


Para ensinar seus alunos a gostar de ler, um professor precisa do quê? Material de leitura apropriado para a faixa etária da sua turma, por certo. Uma estratégia para apresentar esse material aos alunos de forma atraente e significativa, também. Mas antes de tudo isso, o professor precisa ler. O problema é que esse personagem, o professor leitor, não é facilmente encontrado nas escolas brasileiras. As políticas de formação de leitores devem atentar para essa questão, para poder garantir, assim, mais finais felizes.

MEC premia 39 experiências pedagógicas de 18 estados e DF

O Ministério da Educação divulgou nesta terça-feira, 25, a relação dos 39 professores da educação básica vencedores da oitava edição do Prêmio Professores do Brasil. As experiências pedagógicas desenvolvidas por eles em suas escolas foram selecionadas entre os 6.808 projetos inscritos por educadores de 824 municípios. Eles representam escolas de 18 estados e do Distrito Federal. A entrega do prêmio será em 11 de dezembro, em São Paulo.

Copa do Mundo 2014

Caro visitante do blog,

Neste post publicamos duas matérias a respeito da realização da Copa do Mundo de Futebol 2014 no Brasil.

Leia as matérias e deixe seu comentário.
Fique a vontade, a casa é sua.
No entanto, como de praxe, não são aceitos comentários chulos, palavrões e ofensas; não é censura, é bom senso, haja vista este blog tratar de assuntos relacionados à educação.

Grande abraços a todos!
Prof. Francisco Cassio

Não precisávamos de Copa no Brasil

Para ler essa matéria, acesse:



Copa do Mundo em 2014: O duplo desafio brasileiro

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