Boa e criativa dramatização, mas todos sabemos que é a mais pura e dura realidade de um grande número de docentes (e todos os outros trabalhadores) deste país.
Seria cômico se não fosse trágico...



Prefiro ser Professor!!!!!

Prefiro ser professor a vendedor; embora um vendedor ganhe mais dinheiro do que eu, não trocaria meu trabalho pelo seu. Ele vende máquinas de lavar, geladeiras, automóveis e outras coisas, porém eu “vendo idéias.”

Prefiro ser professor a secretária; embora a secretária tenha um escritório de peroba em algum gabinete de um grande executivo da indústria. Ela escreve cartas, porém eu traço destinos; ela manipula teclas, eu “comungo vidas”.

Prefiro ser professor a arquiteto; sem ignorar a satisfação de dedicar-se a grandes obras. O arquiteto ajuda a construir edifícios, porém “eu ajudo a construir caráteres”. Os edifícios duram alguns anos, “o caráter dura toda a vida”.

Prefiro ser professor a ser contador; porque ele se preocupa em anotar dados e em equilibrar contas, porém “eu me dedico a equilibrar vidas”.

Prefiro ser professor a músico famoso; ele faz vibrar as teclas de um piano, porém “eu faço vibrar as cordas do coração”.

Prefiro ser professor a oleiro; porque ele dá formas a objetos de argila, porém “eu dou forma a destinos humanos”.
Prefiro ser professor a intérprete; porque ele interpreta palavras e idéias, porém “eu interpreto motivos, propósitos e esforços”.

Prefiro ser professor a arqueólogo; porque ele desenterra tesouros sepultados, porém “eu descubro talentos”.

Prefiro ser professor a explorador; porque ele explora mares e terras desconhecidas, porém “eu exploro mentes virgens e descubro ilhas e continentes que são tesouros de possibilidades infinitas”.

Prefiro ser professor a estadista; porque ele tem a ver com cidadãos já formados, porém “eu tenho a ver com cidadãos em formação”.

Prefiro ser professor a orador; o orador colhe aplausos e admiração dos adultos, porém “eu agito mentes infantis para que saibam escolher corretamente e tenham pensamentos nobres”.

Prefiro ser professor a cientista; porque ele estuda as maravilhas das rochas, a beleza das estrelas, a glória do universo, porém, a mim, me cabe trabalhar com algo mais maravilhoso: a saber “arrancar harmonia dos corações, descobrir e desenvolver destinos humanos”.

(autor desconhecido)

Professora afegã de meninas

refugiadas ganha prêmio da ONU


A professora afegã Aqeela Asifi foi a grande vencedora do Prêmio Nansen de Refugiados 2015, concedido pelo Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur). O anúncio foi feito nesta terça-feira (15). A docente dedicou sua vida a dar acesso à educação a meninas refugiadas no Paquistão.

Ser ou não ser professor
A educação representa um dos pontos vitais para o desenvolvimento de qualquer país. E sem professor não há educação. Mas no Brasil a profissão tem percalços como baixos salários, condições de trabalho precárias e até violência na sala de aula. 
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Meta fiscal de 2016 deve levar governo a remodelar Ciência Sem Fronteiras e Pronatec

Cortes nos programas seriam necessários para garantir o cumprimento da meta de superávit primário das contas públicas para o ano que vem
O governo estuda promover novos cortes no Ciência Sem Fronteiras e no Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) no ano que vem. Depois que a administração federal calculou em 32% a redução do custo do subsídio por aluno no novo modelo do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), a área econômica prepara o terreno para remodelar outros programas do governo. A reforma nas regras é necessária para garantir o cumprimento da meta de superávit primário das contas públicas em 2016, segundo apurou a reportagem.
A ideia é que as mudanças já possam ser usadas para balizar as previsões de despesas no Projeto de Lei Orçamentária de 2016, que será encaminhado no final do mês ao Congresso Nacional pelo Executivo.
Administrado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), o Ciência sem Fronteiras concede bolsas para estudantes brasileiros no exterior. O Pronatec, que financia cursos de educação profissional e tecnológica, deverá ganhar mais foco no próximo ano.

Professores da UFRJ usam outdoor para pedir diálogo com ministro


São Paulo - O ministro da Educação, Renato Janine, aparece caracterizado como Mr. Burns, o personagem vilão do desenho animado Os Simpsons, em um outdoor fixado no campus da Praia Vermelha (zona sul) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Assinada pela Associação dos Docentes da UFRJ (Adufrj), a peça faz parte da campanha #dialogaJanine, que reivindica mais diálogo entre o ministro e o movimento grevista das Instituições Federais de Ensino (IFES), iniciado no dia 28 de maio.

Colégio carioca usa games para ensinar geografia e estudos sociais

Nos meus tempos de escola, eu me divertia muito com as aulas de educação física. As outras aulas, sendo bem honesto, eram um pouco chatas. Mas hoje as coisas parecem que estão mudando para os alunos. No lugar de decorar os nomes dos países em um mapa estático e sem graça, os estudantes estão aprendendo isso com os videogames.
É assim que os alunos do Colégio Federal Pedro II, um dos mais tradicionais do Rio de Janeiro, estão descobrindo e aprendendo coisas como a evolução da paisagem de Jerusalém através dos séculos com "Assassin's Creed", as diferenças socioeconômicas de uma cidade com "Grand Theft Auto V" e os cenários geográficos com os estágios de "Street Fighter II".

Professor no Brasil gasta 48 minutos por dia com bagunça na sala de aula

Uma pesquisa da OCDE feita com professores de 33 países ao longo de 2013 coloca o Brasil no topo de um novo ranking: o de quantidade de “alunos-problema”. Seis em cada dez professores brasileiros ouvidos no estudo internacional disseram que pelo menos 10% dos alunos são agressivos com colegas e com professores, chegam atrasados e cometem até delitos como roubo em plena sala de aula. É o maior índice de “alunos-problema” entre os países pesquisados.
Com tantas questões de comportamento entre os alunos, um professor no Brasil gasta, em média, 20% do tempo de aula para colocar ordem na sala (a média internacional é de 13%). É muito tempo. Quer ver? Imagine uma escola que tenha a carga horária mínima estabelecida pela LDB (Lei de Diretrizes e Bases, de 1996), que é de quatro horas diárias — ou 800 horas distribuídas em 200 dias letivos. Se os professores dessa escola gastarem 20% dessas quatro horas diárias colocando ordem na sala de aula, serão 48 minutos perdidos por dia. Restam apenas 3 horas e 12 minutos para o conteúdo.